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Política Quinta-feira, 28 de Agosto de 2025, 14:43 - A | A

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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2025, 14h:43 - A | A

“TRAVA CRESCIMENTO”

Em Cuiabá, João Doria condena confronto entre Poderes e pede pacificação do Brasil

Ex-governador de São Paulo afirmou que a polarização política prejudica a economia e destacou que o Brasil precisa superar conflitos entre Congresso, Governo e Judiciário

MARICELLE LIMA
DA REDAÇÃO

O ex-governador de São Paulo, João Doria, destacou que o Brasil vive um momento delicado de polarização política e defendeu a pacificação como caminho para garantir o crescimento econômico e social. Ele esteve em Cuiabá nesta quinta-feira (28) e conversou com jornalistas durante o Fórum de Sustentabilidade e Desenvolvimento Econômico do Lide-MT.  

Doria afirmou que a constante disputa entre Congresso, Governo Federal e Judiciário não contribui para o país. Para ele, cada Poder deve manter sua autonomia, mas com base no respeito mútuo e no diálogo.  

“Conflito entre os poderes não é contributivo. O que não pode é ter confronto. Confronto é ruim para o Brasil. É preciso pacificar o país, olhar para o futuro e não apenas para o retrovisor”, disse.  

Segundo o ex-governador, a polarização tem impactos diretos na economia, como a manutenção da inflação alta, juros elevados e perda de competitividade, fatores que afetam especialmente a população mais vulnerável.

“Medidas populistas e embates políticos só aumentam as dificuldades econômicas. Quem paga o preço é o trabalhador mais humilde, que perde emprego e enfrenta alta nos preços dos alimentos”, destacou.  

Durante a entrevista, Doria também elogiou Mato Grosso, classificando o estado como um exemplo para o Brasil e com influência internacional devido à sua força econômica e contribuição para o PIB nacional.

Ele ainda defendeu que a diplomacia e o diálogo entre setor público e privado são as melhores estratégias para superar entraves comerciais, como o tarifário imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.   “O bom caminho é o entendimento, a compreensão e a busca pelo futuro do país. Não se governa com ódio nem apenas julgando o passado”, concluiu.

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