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Polícia Sexta-feira, 29 de Agosto de 2025, 18:15 - A | A

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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2025, 18h:15 - A | A

MULHERES SOZINHAS

Estuprador em série tinha como perfil de vítimas vulneráveis: veja vídeo

Delegado Bruno Abreu afirma que suspeito escolhia vítimas indefesas, como mulheres com doenças, grávidas ou sozinhas em locais ermos

MARICELLE LIMA E GABRIEL BARBOSA
DA REDAÇÃO / DO LOCAL

O delegado Bruno Abreu, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), detalhou nesta sexta-feira (29), o perfil de Reyvan Dias da Silva Carvalho, preso acusado de estuprar e matar Solange Aparecida Sobrinho, de 49 anos, dentro da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Segundo o investigador, o suspeito é um estuprador em série, que direcionava seus ataques a mulheres vulneráveis e indefesas. “A nossa vítima, a Solange, tinha esquizofrenia. Em outra ocasião, ele atacou uma grávida. Então, ele pega pessoas indefesas, com algum tipo de vulnerabilidade, sempre mulheres sozinhas”, relatou o delegado. Bruno Abreu destacou que a prisão ocorreu no interior do campus da UFMT, local frequentado habitualmente por Reyvan. “A mãe dele nos confirmou que ele passava a maior parte do tempo dentro da universidade.

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Ele estava em situação de rua, era usuário de drogas, mas a família não fazia ideia da gravidade dos atos cometidos por ele”, disse. O delegado ressaltou que o suspeito usava sempre o mesmo modus operandi: abordar mulheres desacompanhadas, em locais isolados, utilizando uma faca como forma de intimidação. “O perfil dele é de estuprador. Ele ataca mulheres para ter o ato sexual e, quando não consegue, acaba matando”, completou.

De acordo com laudos periciais, o material genético de Reyvan foi encontrado em dois casos de estupro seguido de homicídio: o de Solange, em 2023, e outro registrado em 2020. O delegado acredita que podem existir outras vítimas ainda não registradas. “Não tenho dúvida de que ele poderia ter outras vítimas em potencial na UFMT e em outras áreas públicas. Muitos fatos não são denunciados, mas agora, com a prisão dele, esperamos que mais mulheres compareçam à Delegacia da Mulher para relatar abusos”, reforçou Bruno Abreu.  

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