Quinta-Feira, 16 de Maio de 2019, 17h:43

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Contabilidade pública

Marcos Lopes/HiperNot?cias

Sinpaig-MT/elei??o/Geonir Schnorr/chapa 2


Interessados em acompanhar a contabilidade pública de Mato Grosso têm agora à disposição a página Dataestudio (datastudio.google.com), no qual pode ver dados de arrecadação e despesas do Executivo Estadual, incluindo o detalhamento de desembolso com salários dos servidores da ativa e aposentados, e duodécimos dos poderes e fornecedores. A página foi desenvolvida pelo servidor  da área instrumental do Governo, Geonir Schnorr.  O trabalho consiste na consolidação dos dados disponíveis pelo próprio Governo, por meio da Secretaria de Fazenda, com apresentação e linguagem um pouco mais acessíveis. De acordo com a página, até esta quinta-feira (16) o Estado fechou com um déficit acumulado (janeiro para cá) de R$ 645 milhões.

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1 Comentários

Edmar Roberto Prandini - 17/05/2019

Respeito o sr. Geonir. Mas, penso que há algumas questões que deveriam ser consideradas para haver segurança quanto às informações divvulagdas. 1. Esta forma de síntese é a que o Govverno tem divukgado pelo Facebook. Não se trata de uma divulgação baseada na metodologia oficial de contabilidade das contas públicas. 2. Não se esclarece, por exemplo , o que são "despesas não pagas". Na contabilidade pública, a despesa só é paga ao final de um ciclo de três etapas: empenho, liquidação e pagamento. Para haver o pagamento, é necessário que um produto adquirido ou um serviço contratado seja entregue e receba um "atestado", na etapa de liquidação, entrando na lista dos pagamentos a realizar. Uma despesa não paga pode estar na etapa de Empenho. Se assim for, pagar seria um crime. Pagamento antes dos produtos serem entregues. Antes do serviço ser prestado. É crime contra a administração pública. Não indica falta de dinheiro. Indica que está sendo prevista uma despesa depois dos produtos ou serviços serem pagos. Simplesmente, estes valores não deveriam aparecer neste gráfico e na apresentação mensal que tem sido divulgada. Da forma como a divulgação está parece que é um pagamento que já deveria ter sido feito e que o governo está inadimplente. Nome no SPC! Não é essa a informação correta. 3. Repasses para Prefeituras. A que se refere? Repasses constitucionais e obrigatórios? Então, os valores deveriam estar deduzidos da Receita. E não constar. Porque a lei já diz que não é dinheiro do governo estadual, mas dos municípios. Ou são cotas do FPM? Se forem repasses voluntários, são MODALIDADES de execução da despesa, mas não gastos: os gastos seriam com saúde, educação, cultura, infraestrutura, não repasses às Prefeituras. Da forma que está, parece que são doações para as prefeituras. Subvenções. Se há crise financeira, não se faz subvenção. Paga-se o que há obrigação. Não se fazem doações a terceiros. Então, que valores são estes repasses para prefeituras? 4. Há outros pontos a questionar. Tantos, que não há paciência que suporte. 5. O que transparece é uma forma de divulgar números para confundir, gerar sensação de pânico. Não para esclarecer e aumentar a compreensão.

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