Domingo, 31 de Agosto de 2025
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,44
euro R$ 6,36
libra R$ 6,36

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,44
euro R$ 6,36
libra R$ 6,36

Mundo Domingo, 31 de Agosto de 2025, 13:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Domingo, 31 de Agosto de 2025, 13h:30 - A | A

Cúpula da OCS na China desafia influência ocidental e expõe tensões internas do grupo

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, estão entre os líderes que participam cúpula da Organização de Cooperação de Xangai (OCS), que acontece na China. O encontro promete reforçar a visão de um mundo multipolar - e servir como contraponto às posições instáveis dos Estados Unidos sobre comércio e conflitos regionais.

Formada originalmente em 2001 por China, Rússia e ex-repúblicas soviéticas da Ásia Central, a OCS cresceu em número e influência, mas continua envolta em mistério quanto a seus objetivos. Hoje, conta com dez membros: Rússia, China, Índia, Irã, Belarus, Paquistão, Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão e Uzbequistão. A adição recente de países como Irã e Belarus - alvos frequentes de sanções do Ocidente - alimenta a percepção de que o bloco caminha para um eixo antiocidental.

Embora a aliança seja dominada economicamente pela China e usada pela Rússia para manter influência na Ásia Central, a entrada da Índia desafia esse equilíbrio. Nova Délhi adota uma postura de neutralidade estratégica: ampliou a compra de petróleo russo desde o início da guerra na Ucrânia, mas evita apoiar abertamente os interesses de Moscou e Pequim. A Índia já sinalizou que não assinará a declaração conjunta da cúpula, criticando a ausência de condenação a um ataque terrorista na Caxemira em abril - o que revela as fraturas internas do grupo.

A China, anfitriã do encontro, tem usado a OCS para reforçar sua imagem de liderança global e promover o chamado "Espírito de Xangai", baseado em cooperação e respeito mútuo. Ainda assim, especialistas apontam que a organização carece de ações concretas e coesão política.

A cúpula ocorre na véspera do 80º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial, que será celebrado com um desfile militar em Pequim.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros

653027-4009

pautas@hipernoticias.com.br