A ofensiva reuniu 1.400 agentes para cumprir 200 mandados de busca e apreensão contra 350 alvos em dez Estados. A investigação mira o controle da cadeia de combustíveis, parte dela dominada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC).
Só na Faria Lima, 42 alvos - entre empresas, corretoras e fundos de investimento - estão distribuídos em cinco endereços, incluindo edifícios icônicos da região.
"Um grande trabalho de inteligência começou aqui em São Paulo com o Gaeco e as polícias, e esse esforço se espalhou para o País inteiro", disse Tarcísio. "Estamos enfrentando com coragem grupos que até então se julgavam intocáveis. As facções estão sendo combatidas como nunca antes."
Segundo o governador, a operação envolve também o Ministério Público Federal, a Receita Federal e a Receita Estadual, além da Polícia Federal. Ele defendeu novas medidas de combate ao crime organizado, como a aprovação, no Congresso, da Lei do Devedor Contumaz.
"Já entramos no setor de transportes, estamos entrando no setor de combustíveis", afirmou ele, destacando que se trata de um "dia histórico". "A mensagem é clara: em São Paulo, o crime organizado não terá vez."
(Com Agência Estado)
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