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Política Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014, 18:20 - A | A

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Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014, 18h:20 - A | A

QUARTA FASE DA ARARATH

Somente no Estado, PF apreende R$ 126 mi em cheques e promissórias

O balanço ainda é uma estimativa parcial da PF, já que ainda falta o levantamento das apreensões que ocorreram em Goiás, São Paulo e Distrito Federal

NAYARA ARAÚJO






Após o cumprimento dos 17 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso, a Polícia Federal (PF) já apreendeu aproximadamente R$ 126 milhões somente em notas promissórias e cheques. Os números, confirmados pela PF, são referentes à quarta fase da Operação Ararath deflagrada nesta quarta-feira (19).

O balanço ainda é uma estimativa parcial da PF, pois ainda falta o levantamento das apreensões que ocorreram em Goiás, São Paulo e Distrito Federal. A expectativa é que
a contagem total seja divulgada nesta quinta-feira (20).

Em Mato Grosso, foram cumpridos 16 mandados em Cuiabá e um em São José do Rio Claro (a 325 km da capital), conforme decisão exarada pelo Juízo da 5ª Vara da Justiça Federal.

Divulgação

Em quarta fase de Operção Ararath, PF apreende cerca de R$ 126 mi só em Mato Grosso


Durante a manhã, agentes da PF estiveram na residência do ex-secretário de governo, Eder Moraes, no condomínio Florais dos Lagos. No local, a PF apreendeu malotes com cheques e dinheiros.

Já na empresa Brisa Consultoria de propriedade do atual secretário-adjunto do Tesouro Estadual da Secretaria de Fazenda (Sefaz), Vivaldo Lopes, foram levados documentos referentes a Eder e ao time de futebol, Mixto Esporte Clube.

Também foi alvo de buscas, um escritório no Edifício Cuiabá Office Tower, na Avenida do CPA. De lá, os policiais levaram notebooks, documentos e contratos.

OPERAÇÃO ARARATH

A Operação investiga a prática de crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro. Em nenhuma das fases foi expedido pedido de prisão. A primeira, deflagrada em 12 de novembro de 2013, resultou em 11 mandados de busca e apreensão.

Já em 25 de novembro, quando teve início a segunda fase, outros sete mandados foram expedidos. Já na terceira, a PF concluiu sete em três cidades do Estado.

Marcos Lopes/HiperNotícias

Operação Ararath deflagrada pela PF está em sua quarta edição e apura a prática  crimes contra o sistema financeiro


Na ocasião, foram apreendidos documentos na residência do juiz federal Julier Sebastião da Silva,
suspeito de ter, no exercício da magistratura, favorecido interesses da empresa Encomind – Engenharia, Comércio e Indústria Ltda.

Foram levados um notebook, tablet, celular, documentos e um veículo Pajero e o magistrado protocolou pedido solicitando a devolução dos bens que foi acatado pelo desembargador Luciano Tolentino Amaral, relator do Inquérito Civil da Operação Ararath no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

Agora, o magistrado busca o arquivamento do processo e o inquérito tramita sob sigilo.

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