Quinta-Feira, 04 de Julho de 2019, 18h:00

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Mendes fala que segmentos usaram de fake news para tumultuar projeto de incentivos

Projeto deve ser aprovado até 31 de julho pela Assembleia; caso aprovado, em 2020 deverá incrementar a receita do Estado em R$ 500 milhões

Por: FERNANDA ESCOUTO

O governador Mauro Mendes (DEM) afirmou nesta quinta-feira (04), durante coletiva à imprensa, que segmentos de economia usaram de “fake news”, para tumultuar a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 53/2019, que prevê a reinstituição e revogação de incentivos fiscais às empresas no Estado.

HNT/HiperNoticias

mauro mendes ferreira

 Governador Mauro Mendes

De acordo com o democrata, alterações em relação à segurança jurídica do projeto foram apontadas e vistas com “bons olhos” pela equipe técnica do governo.

“O governo está disposto a dialogar, fizemos o diálogo com todos os setores, já fizemos com a Assembleia. Estamos explicando em primeiro lugar e desmistificando algumas mentiras que contaram nos últimos dias. Toda boa sugestão, que não venha desconfigurar a lei, ela certamente será bem-vinda”, disse Mauro.

“Ao longo desta semana, estamos fazendo um esforço gigante, contra-atacando com a verdade uma das maiores inverdades circuladas no final de semana. Disseram que um grupo que pretendia investir em Mato Grosso ia abortar todos investimentos porque a lei era um desincentivo a indústria do álcool”, completou.

Para o chefe do Executivo, alguns setores usaram de mentiras para causar um tumulto, entre os cidadãos e o governo. “Será que o cara que está ganhando 1000%, ele precisa repassar esse aumento para continuar ganhando 1000%? Essa pressão, essa conversa, esse blefe, eles estão fazendo [...] Esses instrumentos de negociação que eles estão usando, eu os conheço muito bem”.

Arrecadação

Ainda durante a coletiva, Mendes anunciou que o projeto, caso aprovado, deverá incrementar a receita do Estado em R$ 500 milhões. A proposta está na Assembleia Legislativa e conforme o governo, tem até 31 de julho para ser votado.

“Trabalhamos com uma estimativa de que se aprovar o projeto, no próximo ano, porque a Lei passa a vigorar a partir janeiro de 2020, nós deveremos ter um incremento na ordem de R$ 500 milhões”, disse.

“Eu acredito que todos os deputados que compreenderem, se aterem a importância que o fato tem, compreenderem o que está escritos em todos os artigos, eles vão ver que lá tem muita coisa importante e inteligente para o bem do nosso Estado. E ao final, aqueles que são bem intencionados vão votar conosco”, finalizou.

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