Sexta-Feira, 11 de Outubro de 2019, 14h:09

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Criação da CPI da Energisa é publicada no Diário Oficial e começa trabalhos semana que vem

Por: PAULO COELHO

Foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (11), a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito  (CPI)  para investigar supostas cobranças abusivas e precariedades nos serviços prestados pela Energisa, concessionária de energia elétrica de Mato Grosso.

A proposta de instalação partiu do deputado Elizeu Nascimento (DE) e contou com 18 assinaturas. Pelo regimento interno da Casa de Leis, caberá ao próprio propositor da criação, presidir a CPI.  Porém isso pode mudar, caso Nascimento decline desta incumbência, o que não deve ocorrer, conforme apurou a reportagem do HNT/HiperNotícias.

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cpi energisa doe

 Publicação veiculada na edicao do Diario Oficial do Estado (DOE) desta sexta (11)

A CPI, contudo ainda não está instalada, o que só deve acontecer após  as indicações dos membros titulares e suplentes, feitas pelas lideranças dos blocos partidários.

A partir desta sexta-feira (11), o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, já começou a distribuir os memorandos para esses líderes de blocos. As indicações serão lidas em plenário e, somente essa leitura, é que marcará o início dos trabalhos, o que deve ocorrer na semana que vem.

Os trabalhos da CPI terá um prazo de existência de 120  dias, para seu trâmite e conclusão.

Na próxima quinta-feira (17), a Assembleia Legislativa realizará uma audiência Pública, requerida pelo presidente Eduardo Botelho (DEM), para debater o assunto.

Botelho é um dos principais incentivadores da criação da CPI e não tem poupado críticas à concessionária de energia, ao ponto de defender a rescisão do contrato que o Estado tem com a Energisa, devido ao que classifica de “péssimos serviços prestados e preços abusivos  na cobrança da tarifa”.

A reportagem do HNT/HiperNoticias tentou ouvir a empresa  concessionária por telefone, via assessoria de imprensa, mas as ligações não foram atendidas, tampouco retornadas.

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