Quarta-Feira, 13 de Março de 2019, 16h:59

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Ateliê inova na locação de vestidos de festa e fomenta economia colaborativa

Evitar aquele “arrependimento” de pagar caro em peças de uma única noite é apenas uma das motivações que podem ser destacadas pelas clientes

Por: KHAYO RIBEIRO

Chegou o tão esperado dia daquele evento que você não pode perder. Seja formatura, casamento ou aniversário, o importante é estar bem vestida com um look que mostre a importância da celebração. Nesse momento, muitas investem alto em vestidos que, na maioria das vezes, só utilizarão naquela ocasião. Pensando no bolso dessas consumidoras, o Ateliê Nosso Cabide renova o mercado de vestimentas para eventos, trazendo a possibilidade de alugar vestidos de alta costura com preços que podem chegar aos 90% de desconto sobre o valor que seria gasto na compra das peças.

Arquivo Pessoal

atelie nosso cabide

 

Inovação. O conceito define de forma plena o olhar do ateliê sobre o mercado de vestuário em Cuiabá. Com uma proposta de economia colaborativa, a loja desponta como pioneira ao pensar sob uma nova ótica o mundo das vestimentas para festa.

Evitar aquele “arrependimento” de pagar caro em peças de uma única noite é apenas uma das motivações que podem ser destacadas pelas clientes do ateliê. Além do alto investimento economizado, as clientes que optarem por esse tipo de serviço entram em contato com peças de alta costura, muitas vezes assinadas por marcas renomadas, e sempre exclusivas. Thays Temponi, Patricia Bonaldi, Fabina Milazzo, Fabulous Agilita e Elisa Lima são apenas algumas das grifes que compõem o acervo de vestidos da loja. Tem como melhorar? Segundo Grasielly Valentina Picolli, fundadora do ateliê, a resposta é sim.

“As clientes chegam a pagar até 10% do valor de vestidos que, lá fora, não sairiam por menos de R$ 18 mil. Além da gigantesca economia, as consumidoras ainda têm a possiblidade de participarem de uma forma alternativa de comércio, a compartilhada. Assim, elas podem tanto alugar um vestido com a gente, evitando o desperdício da peça no armário, quanto colocar vestidos para serem alugados e lucrar com isso”, destaca Valentina.

Em meio ao universo de vantagens, essa atualização na forma de fazer negócio evita situações tidas como indesejáveis por muitas consumidoras. Afinal, quem nunca pensou duas vezes antes de “repetir a roupa” em um determinado evento?

Livre-se dos preços altos

A extensa vitrine de opções do ateliê engloba vestidos que custam a partir de R$ 150 – esse valor, na maioria das vezes, representa uma economia de até R$ 450. Em contrapartida, a peça mais exclusiva da loja tem o aluguel de R$ 1,8 mil, a taxa representa um décimo do preço comercial da vestimenta, que custa R$ 18 mil.

A política da loja é clara, em peças que poderiam ser compradas por mil reais, por exemplo, o desconto varia entre 65% e 75%. Já as peças que são “o suprassumo da exclusividade”, a taxa do aluguel pode favorecer ainda mais as clientes, podendo alcançar a décima parte do dinheiro que seria gasto caso o vestido fosse comprado. Assim, o vestido de R$ 18 mil pode ser alugado por R$ 1,8 mil.

Para compor peças tão únicas não poderia faltar a parte que finaliza os looks, os acessórios. Pensando nisso, a loja oferece também o aluguel de brincos e clutches. Para os brincos, as taxas variam entre R$ 70 e R$ 100. Já as bolsas, clutches, os valores oscilam de R$ 50 a R$ 190.

A brecha no mercado

Recém-formada em Direito, Grasielly Valentina Picolli já sabia que não atuaria na área de formação. Sempre de olho no mundo do comércio, principalmente por acompanhar a vida de negócio da mãe, a jovem empreendedora enxergou na economia compartilhada a possibilidade de engrenar na prática comercial.

“Eu vim de Florianópolis em 2015 com a ideia de abrir alguma coisa no modelo da loja que eu alugava vestidos lá em ‘Floripa’. Demorou um ano até o ateliê estar atendendo, mas, de lá para cá, nós já triplicamos o negócio em tamanho físico e quadro de funcionários”, aponta a fundadora do Ateliê Nosso Cabide.

Hoje, a loja emprega 13 funcionários e já conta com uma cartela de mais de 660 colaboradoras. Valentina enxerga com orgulho o crescimento da empresa e entende as colaboradoras como “sócias” do negócio.

 

Credito: Arquivo Pessoal
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