Segunda-Feira, 19 de Agosto de 2019, 16h:00

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Taxa de desemprego em Cuiabá tem leve melhora no segundo trimestre de 2019

Por: REDAÇÃO

Diante dos impactos, principalmente no comércio, com a aprovação da medida provisória nº 881/2019, conhecida como MP da liberdade econômica, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-Cuiabá) realizou um levantamento em relação à taxa de desemprego tanto no País, quanto no Estado e na capital mato-grossense.

Divulgação

Sine municipal - carteira de trabalho

 

De acordo com a superintendência da CDL Cuiabá, dados analisados do IBGE – PNAD Continua apresentam quedas na taxa de desemprego para o segundo trimestre de 2019 quando comparado com o primeiro. “Nós tivemos uma taxa de desemprego no patamar de 12,7% no primeiro trimestre e encerramos o segundo trimestre com 11,6% em Cuiabá, ou seja, uma queda em torno de -1,1%”, comentou Fábio Granja.

Conforme dados levantados ainda pela entidade, em Mato Grosso também houve queda, passado de 9,1% no primeiro trimestre de 2019, para 8,3% no segundo trimestre. Já no País de um modo geral, a queda foi menor no mesmo período, passando de 12,7% para 12%.

A pesquisa também apresenta dados do ano anterior, sendo que em 2018, a taxa iniciou em 12,6% e encerrou o ano com 7,5% em Cuiabá. No estado a queda foi de 2,4%, ou seja, passou de 9,3% para 6,9%, apesar de pequena, a queda foi melhor do que no País em geral, que diminuiu apenas -1,5%, já que iniciou o ano com 13,1% e terminou com 11,6%.

Com a aprovação da MP da liberdade econômica, que apresenta novas regras nas relações empregatícias, fiscais e dos órgãos de controles e que tem como objetivo simplificar tais relações, a CDL Cuiabá acredita que esses índices devem diminuir de forma considerável quando entrar em vigor a nova Lei. “Nós estamos otimistas e acreditando em um grande avanço do País com essa medida, que visa principalmente destravar a atividade econômica do Brasil, reforçando assim, as tendências sobre os níveis de emprego, por isso, esperamos mais postos de trabalhos sendo criados a partir da nova lei”, avaliou Granja.

Após aprovação pela Câmara dos Deputados, a proposta segue para aprovação do Senado, que deve ocorrer até o dia 27 deste mês para não perder a validade.

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