Sexta-Feira, 29 de Junho de 2018, 19h:30

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Percepções....

O desemprego, mãe da violência, campeia a seara dos menos afortunados da área privada

Por: PEDRO FÉLIX

Historiador Pedro Félix

 

Um tem 4% (quatro por cento) de aprovação e governa a 6ª maior nação do mundo, vive às voltas com uma série de denúncias saída da Polícia Federal, encorpadas pelo Ministério Público e sofrendo efeitos sanfonas do questionado Supremo Tribunal Federal.

 

Este, tentou deslanchar a economia, mas coitado, a moda vampiro, mais sugou que devolveu sangue ao corpo brasileiro.

 

Os setores econômicos se desgarraram dos laços governamentais e seguem cambaleando, ora com o PIB a cima, ora com o assombro do fenômeno estagflação.

 

Não adiantou liberar, FGTS, PIS-PASEP que o país continua navegando em uma eterna “marolinha”, como ondas na praia.

 

O golpista usou o Rio de Janeiro como tábua de salvação para resolução da segurança nacional, levando consigo para o ralo o exército brasileiro, mas resultado positivo até agora nada.

 

O desemprego, mãe da violência, campeia a seara dos menos afortunados da área privada, e consequentemente a diminuição da arrecadação de impostos, aumentando paradoxalmente o emprego e subemprego no tráfico dos mais diversos tipos de mercadorias.

 

A cara da política está no chão, e parece que os profissionais da área não querem mudar suas práticas, como se antevisse em um futuro próximo o “armagedom social” e enquanto não vem, tentam surrupiar o máximo até quando der. 

 

As campanhas já começaram e os Tribunais Eleitorais fecham os olhos para as campanhas extemporâneas negritadas nos blogs e jornais que se trasveste de notícias. No paralelo corre a velha indução nojenta de pesquisas de institutos dos próprios políticos ou ligada a seus laranjas, ou como de resto, direcionando o leitor ao voto útil.

 

O objeto das campanhas não é a resolução dos problemas sociais, apenas apontam a qualidade honesta ou desonesta de um e do outro; como se acreditássemos neste monte de asneiras e mentiras, que só denigrem as imagens dos candidatáveis.

 

Enquanto isso a quantidade de eleitores no dia D está sempre diminuindo e pondo em xeque o pilar sustentatório da democracia, a maioria. Sem ela não há o que se falar na criação de Rousseau.

 

Pobre Brasil, vive com representantes, que não representam o seu povo, um povo que não acredita em seus representantes e uma política que serve apenas para enriquecimento de alguns que mal se representam. No campo geral oscilamos via indução de pesquisa por um preso de nove dedos e um bolso mito.

 

Quo Vadis?

 

*PEDRO FÉLIX é Historiador e aluno de Direito da FCR- Cuiabá.

 

   

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